quarta-feira, 22 de junho de 2011

O inverno nosso de cada ano

Inverno: sinônimo de elegância, de mulheres bem vestidas (pelo menos parte delas). Abusamos de lenços, casacos, botas (adooooro). Enfim, podemos nos produzir como deusas que somos.

Os homens? Fora os estilosos, que são uma pequena (quase ínfima) minoria, pouco entendem desse descontrole quando nos deparamos com um cachecol "imperdível".

As incontáveis pashiminas ou echarpes de diversas cores e tons, servem para embolar ainda mais a ideias que esses pobres seres (que curtem uma simplérrima) fazem de nós e de nossos apetrechos.Não entendem porque piramos ao vermos um casaco magnífico numa loja:

- Mas você já tem um.

-Alto lá, meu caro, nunca um casaco é igual ao outro. A não ser que seja da mesma marca, cor e modelo. Fora isto, sempre notamos serão diferentes.

E sapato então...Tem como resistir às botas lindas expostas nas vitrines, em diferentes tons e modelos? A tendência deste ano são os coturnos. Aqueles no estilo militar, saca? Já tenho o meu, porque além de estilosos, eles são extremamente confortáveis. E dependendo da produção, fecham.

Na contra-mão de todo esse papo, existem mulheres que pouco se importam com o look domomento. Já tive amiga que entra ano e sai ano, elas estão com as mesmas roupas. Já passei quatro anos convivendo com alguém que usava sempre as mesmas peças. Não sei se já pensava em fazer um pé de meia pro futuro, na aposentadoria (ela tinha 25 anos) ou por não esquentar muito com isso,  mas ela era assim.

Nessa história, não existe certo ou errado. Cada um usa o que gosta ou o que lhe deixa mais à vontade.

Vale um aviso: mas que nós mulheres adoramos um homem bem vestido, com um bom suéter, um charmoso sapatenis, ahhhh, isso adoramos.

E se tiver um bom papo, acompanhado de um sorriso lindo, então...parabéns! Sempre estaremos suscetíveis aos vossos encantos.

terça-feira, 21 de junho de 2011

ZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzz...

Uma conversa para chamar a atenção do ouvinte tem que começar interessante.

Tem quem já comece o relato de maneira monótona e termine sem que você tenha entendido uma vírgula sequer.

Não nos esqueçamos daqueles que quando começam todos já pensam: Ihhhh, lá vem! Aqueles que floreiam, enfeitam tanto que até cansa. Já começam a frase por: Então...


Dá até medo do tamanho do "causo" e do tempo que ele vai te custar. Dai a pessoa conta os detalhes, o outro lado, a impressão pessoal...Por aí vai.

Pra mim, um comentário tem que ser direto. Pode até fazer considerações no meio ou mesmo ao final (eu sempre faço rs), mas tem que ser rápido, claro e chamar pro debate, provocar. Eu, por exemplo, começo numa animação... Não sei se dá certo, mas que é difícil ficar indiferente, ahhhh, isso é.

O legal é ver todo mundo dando opinião, colaborando com algum comentário maudoso maldoso ou não (rs).

Ruim é quando alguém faz algum comentário e sala fica num silêncio fúnebre. O negócio foi tão despropositado que ninguém se manifesta. Dá até dó. Você não sabe se ri, chora ou muda de canal.

Tudo bem, mudar de canal não dá porque isso é vida real, mas que deveríamos ter um controle remoto para vida real...Ahhhh, seria bom, principalmente para pular os comentários inúteis.

Tem hora que só o fone de ouvido salva.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O SEGREDO É O EQUILÍBRIO!

Viver ou juntar dinheiro?

Por Max Gehringer

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente. Li em uma revista um artigo no qual jovens  executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais.

Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.

Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

“Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO”

Que tal um cafezinho?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

ALTAR PARTICULAR

Já está provado: o caminho mais rápido para a decepção é a expectativa e a ansiedade que ela gera.

Esperar algo de alguém ou alguma coisa é certeza de aborrecimento. Porque sem percebermos criamos um altar particular e esperamos que essa pessoa retribua com a mesma intensidade ao que damos de coração. Seja atenção, carinho ou outras "coisitas" mais. O problema é que nos esquecemos de que cada ser é único, com suas vontades, desejos, peculiaridades, seu jeito de ser e se comportar.

Exigir mais do que o outro pode dar é injusto e cruel com você. É fato que nem sempre (ou quase nunca) conseguimos controlar os sentimentos. Quando vemos já foi! Já estamos esperando algo em troca. Mas quando isso acontecer e a decepção "der as caras" esteja certa de que você tem 50% de culpa.

No final das contas, o negócio é respeitar o outro. E seguir em frente leve, livre e solta (pero no mucho) porque só assim conseguiremos ver além daquilo que reservamos para nós mesmos. Conseguiremos vislumbrar o que a vida dá de melhor: a oportunidade de vivermos cada dia como se fosse o último.

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CONTO

Seja feliz! 

Falou que iria e foi. Largou tudo mais e foi pra casa. Pensou a tarde inteira na roupa que usaria. Os acessórios, a calça, o sapato, no perfume. A ansiedade tomou conta dos seus sentidos.

Ficou pronta antes do combinado. Pressionou as amigas, queria chegar logo. O quanto antes, melhor. Só pensava nele, em sua voz, em seu jeito.

Esquecera-se de tudo mais. Não vislumbrava nenhum perigo, nem erro. O sentimento à flor da pele falava mais alto do que qualquer responsabilidade que julgasse sentir.

Estava bonita, se sentia assim. Foi dirigindo e pensando no que fazer, o que falar, na noite maravilhosa que teria. Dançar, beber, conversar e dar muita risada com as amigas. Foi o que fez.

Cantou junto e dançou em homenagem. Curtiu o quanto pôde, até que uma hora não deu mais. Um pequeno avanço e foram cortadas suas expectativas. Com a indignação quase que transbordando, sem esperança, voltou para trás, para o mesmo ponto de partida.  Teve a certeza a dor era o remédio para lhe devolver a lucidez. Almejara alto demais.

Queria satisfazer sentimentos e sensações guardadas há tempos. A desilusão a chamou à realidade: Volta, não é para você. Olhe a sua volta, repare nos olhares as mesmas súplicas e tantas!!! disse a dor, baixinho, como quem sussurra algo ao ouvido. Ela ouviu e concordou.

Voltou para os braços da responsabilidade. Prometeu que jamais se jogaria numa ilusão parecida. Voltou a sorrir e homenagear aos Deuses da música e da dança. Fez isso até não poder mais e voltou para casa com a certeza de que uma página havia sido virada em sua vida. Aquele sentimento não teimaria mais em incomodar.

Parabéns, menos um!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Já é ou já era?!

Estou convencida: o Orkut já era. Está totalmente desafasado. Para mim só serve como arquivo de fotos e olha que até para isso também está ultrapassado, pois existem os flickers, picasas, livespaces da vida. É muita ferramenta para este fim.

Outra desvantagem do Orkut são os hackers e as invasões em nossas páginas e, principalmente, das fotos. Eu nunca tive minha página violada, mas imagino o tamanho da dor de cabeça que isso pode causar.

Hoje, em minha opinião, o que está em alta é o Facebook. E cada um usa do jeito que quer. Como página para comentários pessoais, profissionais, jornalísticos, fatos, acontecimentos, divulgação de algo ou alguma coisa.

Uma fala: Vou tomar banho. Enquanto o outro: Sindicalista é assassinado no norte do país. É a democracia da informação, da rede.

E olha, cada um tem seu público e é feliz com ele. Você sabe que por vezes até criticamos os comentários sem sentido na rede, mas são eles que nos fazem rir e trazem mais leveza ao nosso dia a dia.

Já imaginou viver com bombardeio de notícias sem uma boa piada (politicamente correta, é claro) ou um comentário irônico? Seria chato demais!

Por isso adoro quando alguém posta (publica) alguma novidade. Pode ser um vídeo interessante, um comentário sobre algo que aconteceu e nem nos chamou tanta atenção.

Dias desses, uma colega publicou um vídeo com 25 maneiras de se usar um lenço ou echarpe, que seja. É ou não uma informação interessante para nós, mulheres, principalmente, no inverno?

A cada dia aumenta a quantidade de pessoas que só pensa nos recursos tecnológicos de um celular: tem acesso à internet? wifi? acesso às redes sociais? é 3G? abre e-mail? tem bluetooth?...E por aí vai. Todo mundo quer  tudo na palma das mãos.

Por isso estamos aí, dividindo experiência e compartilhando informações. Porque na verdade, é isso que importa: interagir!!!